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[–] fdx 0 points 1 point (+1|-0) ago 

Com esta lei compro ainda menos tech cá dentro. De resto, para mim, nada muda. Acho que hoje em dia e atendendo ao tipo de público que compra este material informático os maiores lesados vão ser mesmo as lojas a terem de baixar as suas margens de lucro quase nulas para competirem com o resto da Europa.

[–] [deleted] ago 

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[–] fdx 0 points 1 point (+1|-0) ago 

Felizmente nunca necessitei de um RMA. Estive perto de fazer um há duas semanas com a gráfica Fury X, pois muitas vieram com barulhos devido a defeito. Tive sorte.

Presenciei um RMA de um amigo meu, em produto da Amazon, e não teve qualquer problema na troca. Tem mais cuidado com lojas menos conhecidas, e significativamente mais pequenas. Pelo FAQ, a política de RMA da loja espanhola http://www.pccomponentes.com/ é muito boa (tal como os preços!), tens 14 dias para enviar o produto de volta e receber ou o $ ou outro produto. No caso de $ devolvem o preço do produto e do transporte. à tua conta fica o transporte pago no envio de volta. A minha gráfica veio dessa loja.

Muito honestamente, dos casos que conheço e experiências, é mais complicado conseguir um bom serviço cá dentro que lá fora. A minha namorada comprou na FNAC, cá, um medidor de passos, calorias, etc da FitBit. No primeiro dia de uso perdeu-o. Obviamente a FNAC não ia querer saber disso. Escrevemos mail à própria FitBit, a explicar o sucedido e o tamanho do desalento, e gratuitamente enviaram-nos um novo. :)

RMAs são bem mais comuns do que se julga em produtos comprados online e incrivelmente bem geridos pelas lojas / fornecedores. Mas investiga sempre uma loja ou pede feedback primeiro.

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[–] tortulho [S] 0 points 2 points (+2|-0) ago 

Acho que hoje em dia e atendendo ao tipo de público que compra este material informático os maiores lesados vão ser mesmo as lojas a terem de baixar as suas margens de lucro quase nulas para competirem com o resto da Europa.

Na prática este esquema é um imposto sobre o comércio destinado a financiar um grupo corporativo obscuro.

Outros partidos tinham proposto esquemas identicos, mas a taxar prestadores de serviço de internet em vez do comércio.

No meio disto tudo fica por responder em que maneira é que este tipo de abuso ajuda a população portuguesa. A resposta é, claro, em nada.